Nascido no Brasil, tem a dupla cidadania - Italiana e brasileira, embora, pelo tanto de bacalhau que comeu e os vinhos que tomou, já se considera um lusitano de origem comprovada e região demarcada.
Já foi professor universitário por 17 anos, consultor de Marketing e Comunicação para empresas e publicitário de origem.
Por conta das suas convicções religiosas, filosóficas e outras, a não aguentar a vida de "vender sabonete para quem não gosta de tomar banho", gastou boa parte dos anos que Deus lhe deu a criar, gerir e promover campanhas de carácter comunitário e social.
Teve o orgulho (disfarçado, posto que isso não é coisa que um cristão carregue sem penitência) de ser Coordenador da cidade de Uberlândia -Minas Gerais, da Ação da Cidadania Contra a Fome e a Miséria e Pela Vida - o maior movimento social da história, com mais de 60 milhões de pessoas envolvidas nas suas campanhas pelo Brasil - para além de ter participado da fundação do seu Fórum Nacional, em Brasília.
Como cristão convicto, Rubinho, "agarrado pelo amor de Deus", bebeu teologia e acordou pastor de uma comunidade cristã evangélica. Define-se como uma mente reformada, segundo os ideais da Reforma Protestante, calvinista de esquerda e, por conta de um acidente, manca da perna direita.
Apesar da carreira religiosa, odeia essa palavra "religião", que para ele tem o ranço de uma experiência pretensiosa por imaginar-se ser possível "dobrar a Deus" através dos nossos próprios esforços, desprovida de vida e cheia de cerimonialismo. Por conta disso, ama o ideal reformado - e bíblico, diga-se de passagem - do "sacerdócio-universal", em que ninguém precisa de um intermediário para se chegar a Deus. E que o livre-exame das Escrituras, a Bíblia, para quem, essa "pecha" popularizada de um pretenso mistério e dificuldade, só serve para justificar o salário dos sacerdotes profissionais, de carteirinha e tudo.
Ah! Foi missionário em Inglaterra, uma terra que ama. Nem que seja pela excelente ajuda àqueles que pretendem ter uma vida regrada e santa: as mulheres são desprovidas de atrativos estéticos e a comida, péssima!!!
Viveu por 14 anos na região de Lisboa, para onde refugiou-se depois de algum tempo nessa tortura culinária em Inglaterra. Considerando-se um exilado culinário, veio com as suas duas filhas e a esposa para desenvolver projectos de carácter social e comunitário para Portugal e países africanos.
Mas como nem só de obra social vive o homem, Rubinho também desenvolveu por lá algum trabalho de arte - se é que se pode chamar uma bruta sacanagem como o cartoon e a caricatura - o apontar os defeitos dos outros de... arte.
Ah! Como músico, é um virtuoso na cozinha onde inventa pratos e os deixa sujos, junto com tachos e panelas o que aliás, tanto mata a esposa de prazer como de raiva...
Tocou por 18 anos com a Banda Sal da Terra, junto dos quais, viajou por quase todo o Brasil e com quem ainda anda. Considera-se um génio da Flauta Transversal, a julgar pelo sucesso que faz junto ao seu neto Davi de 4 anos de idade (o mais novo, o Felipinho, com certeza, há de ser próximo a reconhecer o virtuosismo do avô, irreconhecido ainda pelo grande público).
Nesse blog, pretende-se compartilhar um pouco do que esse clérigo-cristão-reformado e socialista como se define, andou a fazer e a experimentar em terras européias, à partir da Lusitânia...
Já foi professor universitário por 17 anos, consultor de Marketing e Comunicação para empresas e publicitário de origem.
Por conta das suas convicções religiosas, filosóficas e outras, a não aguentar a vida de "vender sabonete para quem não gosta de tomar banho", gastou boa parte dos anos que Deus lhe deu a criar, gerir e promover campanhas de carácter comunitário e social.
Teve o orgulho (disfarçado, posto que isso não é coisa que um cristão carregue sem penitência) de ser Coordenador da cidade de Uberlândia -Minas Gerais, da Ação da Cidadania Contra a Fome e a Miséria e Pela Vida - o maior movimento social da história, com mais de 60 milhões de pessoas envolvidas nas suas campanhas pelo Brasil - para além de ter participado da fundação do seu Fórum Nacional, em Brasília.
Como cristão convicto, Rubinho, "agarrado pelo amor de Deus", bebeu teologia e acordou pastor de uma comunidade cristã evangélica. Define-se como uma mente reformada, segundo os ideais da Reforma Protestante, calvinista de esquerda e, por conta de um acidente, manca da perna direita.
Apesar da carreira religiosa, odeia essa palavra "religião", que para ele tem o ranço de uma experiência pretensiosa por imaginar-se ser possível "dobrar a Deus" através dos nossos próprios esforços, desprovida de vida e cheia de cerimonialismo. Por conta disso, ama o ideal reformado - e bíblico, diga-se de passagem - do "sacerdócio-universal", em que ninguém precisa de um intermediário para se chegar a Deus. E que o livre-exame das Escrituras, a Bíblia, para quem, essa "pecha" popularizada de um pretenso mistério e dificuldade, só serve para justificar o salário dos sacerdotes profissionais, de carteirinha e tudo.
Ah! Foi missionário em Inglaterra, uma terra que ama. Nem que seja pela excelente ajuda àqueles que pretendem ter uma vida regrada e santa: as mulheres são desprovidas de atrativos estéticos e a comida, péssima!!!
Viveu por 14 anos na região de Lisboa, para onde refugiou-se depois de algum tempo nessa tortura culinária em Inglaterra. Considerando-se um exilado culinário, veio com as suas duas filhas e a esposa para desenvolver projectos de carácter social e comunitário para Portugal e países africanos.
Mas como nem só de obra social vive o homem, Rubinho também desenvolveu por lá algum trabalho de arte - se é que se pode chamar uma bruta sacanagem como o cartoon e a caricatura - o apontar os defeitos dos outros de... arte.
Ah! Como músico, é um virtuoso na cozinha onde inventa pratos e os deixa sujos, junto com tachos e panelas o que aliás, tanto mata a esposa de prazer como de raiva...
Tocou por 18 anos com a Banda Sal da Terra, junto dos quais, viajou por quase todo o Brasil e com quem ainda anda. Considera-se um génio da Flauta Transversal, a julgar pelo sucesso que faz junto ao seu neto Davi de 4 anos de idade (o mais novo, o Felipinho, com certeza, há de ser próximo a reconhecer o virtuosismo do avô, irreconhecido ainda pelo grande público).
Nesse blog, pretende-se compartilhar um pouco do que esse clérigo-cristão-reformado e socialista como se define, andou a fazer e a experimentar em terras européias, à partir da Lusitânia...
Atualmente, Rubinho vive no Brasil, em Uberlândia, desde Janeiro de 2011, após esses anos todos na Europa e não só. Faz parte do conselho pastoral da Sal da Terra Igreja Cristã, no Jardim Karaíba (www.saldaterrakaraiba.org.br).
Só não tem engordado mais porque, mesmo com os rodízios de boa carne do Triângulo, do pão de queijo e outras delícias que tanto adora, resolveu se cuidar e malha todo santo dia. Isto é, quase todo dia... acreditariam se dissesse 3 vezes por semana?...
Só não tem engordado mais porque, mesmo com os rodízios de boa carne do Triângulo, do pão de queijo e outras delícias que tanto adora, resolveu se cuidar e malha todo santo dia. Isto é, quase todo dia... acreditariam se dissesse 3 vezes por semana?...

